Parque natural de S. Mamede

A Quinta dos Ribeiros está situada nas cercanias da vila de Alpalhão, no concelho de Nisa e no Alto Alentejo.
É uma quinta integrada numa exploração agrícola onde se pratica os métodos de produção biológica, composta por um conjunto de edifícios que foram recuperados mantendo os traços originais e as características arquitectónicas da região, proporcionando um contacto com uma agricultura diversificada e com o ambiente de campo tranquilo do Norte Alentejano.

Com cerca de 70 ha, a Quinta dos Ribeiros oferece aos seus hóspedes inúmeras formas para ocuparem os seus tempos livres: participando nas várias actividades agrícolas que continuam a desenvolver-se na Quinta, passeando-se a pé ou de BTT por zonas muito aprazíveis ou simplesmente usufruindo da piscina ou da sauna. A Quinta dispõe ainda de uma sala de exposição e venda de produtos locais, regionais e produtos biológicos aqui produzidos.

Bem perto, há vários pontos de interesse que poderá visitar durante a sua estadia na Quinta. Propomos algumas ideias para passeios:


A 1km Alpalhão, Vila típica de pequenas casas de branco caiadas, foi sede de concelho até 3 de Agosto de 1853. Os motivos constantes no decreto de extinção do concelho de Alpalhão são vagos e imprecisos, parecendo ter obedecido a caprichos de políticos e não a sérios motivos de administração pública.
Alpalhão ficou então a pertencer ao concelho do Crato, até que em 13 de Janeiro de 1898, passa a pertencer definitivamente ao concelho de Nisa. Na vila há vários vestígios do seu património histórico, entre os quais o belo cruzeiro do Calvário e as paredes da muralha e torres do velho Castelo mandado edificar no século XIII por El-Rei D. Dinis.

Alpalhão é conhecido pelos seus enchidos artesanais nomeadamente os certificados de porco de Raça Alentejana ( painho, chouriço, cacholeira, lombo enguitado, paio branco,...).

Todos os anos, no mês de Abril, a Feira dos Enchidos constitui um verdadeiro acontecimento local e regional.
Muitas pessoas vêm de longe para comprar toda a variedade de produtos tradicionais de qualidade que já fazem parte do certame e que figuram entre os melhores do país.
Os doces de Alpalhão são também muito apreciados, como por exemplo os fintos ( bolos feitos na altura da Festa de Nossa Senhora da Redonda, padroeira da vila), as queijadas, as cavacas, as azevias cozidas ( que vão ao forno em vez de serem fritas) e os bolos de manteiga ( em Alpalhão conhecidos como “mijoninhas”). Também são muito apreciados os seus licores de folha de pessegueiro, poejo, folha de figueira, tangerina, hortelã, tília...).




Fonte e rua de Alpalhão




A 11km de Nisa
, Fundada por D. Dinis, deu-lhe o título de vila, D. João I autorgou-lhe o de Notável, confirmado mais tarde por Filipe II. D. Manuel deu-lhe foral em 1512, existente no arquivo da Câmara.
A população de Nisa vive, essencialmente, da actividade agrícola, do artesanato. Da produção de queijos de ovelha e de enchidos de carne de porco. A indústria de granitos tem-se revelado uma concorrente de qualidade, tendo tido alguns exemplares premiados a nível internacional.







trabalhos em barro



A 13Km do Crato. (Segundo a Tradição, a região foi filhada pela Cristandade no ano de 1160. Contudo, a colonização e o desenvolvimento urbano só se documenta a partir de 1232, ano em que D. Sancho II doa as terras de Ucrate (ou Ocrato) à Ordem do Hospital. Inicia-se então a construção das fortificações, sendo Prior Mem Gonçalves, e é ainda nesse ano que a povoação recebe foral atribuído pelos freires. Entre 1336 e 1341, é transferida a cabeça da ordem para a vila do Crato. E é à sombra deste Priorado que a vila se engrandece e se dignifica arquitectonicamente, permanecendo indelével, na fácies urbana, as marcas da Cruz de Malta.)

No Crato respira-se a pacatez de uma vila alentejana, enquadrada cenograficamente por belos solares barrocos que lhe dão um timbre de Nobreza. O traçado das ruelas parece-nos planificado. Aqui e além, os testemunhos do princípio da urbe, nas casas a enorme chaminé da lareira como elemento estruturante da arquitectura interior.

 


A 17km de Castelo de Vide
,Antiga vila medieval fortificada, Castelo de Vide é de uma grande riqueza assente no seu património histórico e arquitectónico que reflecte uma história plena de vicissitudes, permanecendo vivos os sinais de diferentes ocupações.

Esta região testemunha, igualmente, a presença do Homem, desde os tempos mais remotos da sua existência, pois os vestígios arqueológicos, desde o paleolítico até ao tempo actual, comprovam a continuidade da permanência dos ocupantes ao longo das épocas, comoé o exemplo do menir da meada, necrópole megalítica dos Coureleiros, construções de falsa cúpula e várias antas.

Lugar de invulgar beleza, seja qual for a entrada - também chamada de Sintra do Alentejo - houve-se o cair da água de fartas bicas, vinda da encosta generosa da Serra de São Paulo, a grande mãe d’água.

A sua água é uma das melhores do país, confirmadas as suas excelentes propriedades terapêuticas. Terra esta que conta com um balneário termal que se encontra em fase de recuperação.

As tradições em Castelo de Vide são uma marca muito forte nas raízes culturais dos seus habitantes, sendo o Carnaval e a Páscoa as festas populares que movimentam toda a população.

A gastronomia é riquíssima merecendo destaque o sarapatel, o ensopado de cabrito, a “sopa gata”, a alhada de cação e as migas com entrecosto.

Da doçaria fazem parte os bolos secos, a boleima, o bolo finto e muitos licores.

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Golf ...........................................................Fonte

 


castelo de Castelo de Vide


A 23km de Portalegre, Capital de distrito, é a cidade e são as serras.
Cidade histórica e monumental, mas também operária, das indústrias que aqui se estabeleceram em tempos recuados. Cidade de estudantes, de pintores. Cidade de cafés e de tertúlias, de tabernas, de bons vinhos e de petiscos, de deliciosos doces conventuais. Cidade das tapeçarias que dignificam, com a sua presença, as mais exigentes salas da Europa.

Situada num planalto setentrional da Serra de são Mamede, tem simultaneamente características das zonas altas verdejantes e da Planície alentejana.

Local de passagem de rotas comerciais- porto seco- o seu nome terá derivado da junção de porto com alegre, dada a beleza envolvente da sua paisagem.

No entanto, a cidade ainda tem outros encantos dignos de visita, como é o caso do Parque Natural da Serra de São Mamede com circuitos pedestres assinalados, piscinas naturais, miradouros e aldeias típicas em redor.

A gastronomia constitui uma das maiores fontes de riqueza da zona, com os enchidos, a sopa de sarapatel, açorda à alentejana, o gaspacho, as migas de pão e de batata e a célebre alhada de cação.

Os vinhos da Adega Cooperativa de Portalegre, Avilez e Tapada de Chaves.

A doçaria faz delícias com a lampreia de amêndoa, os rebuçados de ovos, o toucinho do céu, o manjar branco, o queijo dourado, os pastéis de Santa Clara e os doces conventuais, as queijadas, as boleimas e os volos fintos, como doçaria popular.


A 27km de Marvão,
A vila de Marvão vale por si. A sua singular beleza talhada de granito e cal, como sentinela e baluarte da região. É trilhar calçadas que conheceram exércitos, salvaram gentes em busca de abrigo e defesa, deram passagem a vizinhos, rebanhos e pastores, e foram, desde sempre, caminhos para o contrabando e para as animadas festas do povo irmão.
Marvão é uma vila medieval, limpa e conservada, localizada a poucos quilómetros de Espanha, a mais de 862 m de altitude. A sua importância como centro militar foi testada nos séculos XII e XIII, nas contendas da Reconquista e mais tarde como sentinela atenta à consolidação territorial entre o Reino de Castela e Portugal.

Do alto das suas muralhas seiscentistas, obtem-se uma paisagem sem elementos agressivos e com a tranquilidade própria das suas gentes, orgulhosas de bem receber.


castelo de Marvão





A 28km de Alter do Chão

Crê-se que a actual vila de Alter do Chão tem a suas raízes históricas na vila romana Abelterium, dado os vestígios arqueológicos, sendo um dos mais notáveis o Balneário Romano de Ferragial d’El-Rei e outros como a Ponte Romana da Vila Formosa dos séculos I e II que estabelece a passagem sobre a Ribeira de Seda, a 12 Km da vila, na direcção de Ponte de Sôr. O nome de Alter de Chão deriva do latim Alter Planus já que era edificada em terrenos mais chãos e para se distinguir de Alter Pedroso, já que eram duas partes de uma mesma região com senhorios diferentes no princípio do século XIII, sendo a primeira pertença da coroa e a segunda da Ordem de Avis.

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castelo de Alter do Chão ...........................................Coudelaria..............

A 1 hora de Evora, vila magnifica dotada de numerosos monumentos antigos e medievais, centro de atracção turistica incontornavel, classificada como património mundial pela UNESCO.


templo romano


A 2 horas de Lisboa.

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torre de Belém e Mosteiro dos .Jerónimos


A Quinta dos Ribeiros situa-se numa região rica em vestigios de culturas megaliticas ( menirs, dolmens, antas, etc.) podemos destacar a necropole dos Coureleiros e o menir de Meada, o maior da Peninsula Ibérica.







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